Smartphones como bafômetros

Smartphones como bafômetros

Smartphones como bafômetros

Quatro segundos. Esse é o tempo que pode separar uma pessoa da decisão equivocada de assumir o volante de um automóvel embriagada. Entretanto, uma nova tecnologia disponível para smartphones pretende conscientizar quem bebe a não utilizar o volante sob efeito do álcool. Semelhante ao aparelho utilizado por policiais militares em blitz da lei antiálcool, um pequeno bafômetro é acoplado a um smartphone e necessita apenas que a pessoa encha os pulmões e faça um sopro constante de quatro segundos para exibir o nível alcoólico do indivíduo.

Disponível para iPhone, iPad e Android, o aparelho funciona com uma bateria de lítio-ion recarregável e exibe um gráfico com o nível alcoólico no sangue do usuário. Alguns modelos possuem ainda um App que permite medir o nível alcoólico durante toda a noite e ainda pedir um táxi. Vale conferir as marcas Alcohoot e Breathometer. Os dois equipamentos, entretanto, ainda não são comercializados no Brasil.

A médica proctologista e cirurgiã geral Leandra Lara Resende de Carneiro entusiasma-se com a novidade. Formada em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ela é também especialista em informática médica pela Sociedade Brasileira de Informática e Saúde (SBIS) e lembra que os smartphones têm uma boa penetração no público jovem, onde é possível encontrar os números mais alarmantes ligando álcool, direção e mortes. Ela chama atenção para o fato de que acidente é a primeira causa de morte para pessoas entre 18 a 29 anos. E mais: 50% dos acidentes estão ligados ao uso de álcool.

Para Leandra, permitir a quem bebe que controle o próprio nível alcoólico antes de pegar a direção é muito mais fácil do que pedir para que não saia de carro. “Ao utilizar o bafômetro em seu smartphone (e constatar a embriaguez), a pessoa pode fazer mais uma horinha no barzinho até os efeitos passarem ou pedir para alguém dirigir para ela, porque sabe que está alcoolizada”, defende.

Aplicativos sem bafômetro

Há também outros aplicativos, como o Taxa de Álcool no Sangue, em que o próprio usuário do smartphone digita seus dados, como o sexo, o peso e se está ou não em jejum e, em seguida, inclui a quantidade de álcool que consumiu. O App, então, faz uma estimativa da taxa de álcool no sangue e quanto tempo será necessário a pessoa esperar para estar apta a dirigir. Vale destacar, entretanto, que esses aplicativos têm caráter lúdico e visam trazer uma média do nível alcoólico que pode ser atingido a quem ingere bebida alcoólica, mas não são exatos.

Leandra explica que a altura, a idade e o sexo do paciente podem interferir na forma como o metabolismo dele trabalha o álcool. “Homem normalmente metaboliza mais rápido a bebida alcoólica do que a mulher. O que se considera, em média, é que são necessárias em torno de duas horas após a pessoa ingerir uma dose de destilado, para que o seu nível alcoólico esteja próximo de zero ou, ao menos, menor do que 0,3 g/l”, aponta.

Outras funcionalidades dos Apps.

A médica revela que tal tecnologia traz ainda outras facilidades para quem utiliza smartphones. “O interessante é que estes Apps normalmente trazem outras opções, como medir o nível alcoólico durante toda a noite ou disponibilizar a chamada de um táxi, após exibir o nível alcoólico. Tudo isso é muito interessante e os bafômetros apenas portáteis não têm”, finaliza.

BOX

Se beber, não parta Leandra destaca ainda outra tecnologia que pode contribuir para conscientizar quem está alcoolizado a não assumir o volante: a Ignition Interlock Device. Trata-se de um dispositivo a ser instalado no carro e que obriga o motorista a soprar um bafômetro antes de fazer a ignição do carro. Se a pessoa estiver com nível alcoólico no sangue, o dispositivo não permite que o carro ligue. A venda ainda não está disponível no Brasil.

Fonte: timedicina.com.br

Bradesco Seguros

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