Medo de dirigir

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Medo de dirigir

Medo de dirigir  – A jornalista Lidiane Suman, 23 anos, tirou sua habilitação aos 18 anos e dirigia sem medo. Entretanto, um acidente mudou essa situação – ao passar em um buraco, ela perdeu o controle do carro e bateu no muro de uma transportadora. Apesar de o acidente não ter sido grave, a jornalista desenvolveu um trauma com relação à direção e optou por não dirigir mais.

“Fico com as mãos geladas e suando frio. O coração acelera e fico confusa, troco os pedais, deixo o carro morrer, fico em pânico”, descreve Lidiane, relembrando-se de como se sente quando entra em um carro.

Entretanto, Lidiane não está sozinha. Segundo uma estimativa da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), dois milhões de brasileiros estão afastados do trânsito por medo de dirigir. O levantamento, feito em autoescolas, concluiu que 75% das pessoas que apresentam tal receio são mulheres.

O médico Dirceu Rodrigues Alves Júnior, diretor de comunicação da Abramet, explica que as mulheres, diferentemente dos homens, costumam ser mais receosas e equilibradas no trânsito, não desenvolvendo altas velocidades e se portando de maneira gentil. Tais características, entretanto, as tornam mais suscetíveis a ter medo de machucar alguém ou de serem reprovadas por outras pessoas.

Como surge o medo de dirigir?

Dentre os fatores que podem causar o pavor de dirigir estão os traumas, que costumam acontecer entre 25 e 55 anos. “Muitas vezes, após traumas como um assalto ou batida que ela viu ou mesmo de que participou diretamente, fica com medo. E isso, muitas vezes, leva ao abandono total da direção veicular”, revela Alves Júnior.

Outra situação que pode desencadear o medo é o desentendimento entre motorista e passageiro. “É muito comum a mulher ter medo quando está dirigindo com o marido ao lado, reprovando-a. Isso faz com que essa mulher desenvolva o pavor de dirigir, porque ela começa a achar que está transgredindo e, na verdade, é o marido que a está traumatizando”, descreve Alves Júnior.

O comportamento dos outros motoristas no trânsito também pode influenciar na hora de pegar no volante. “Quando a mulher tenta fazer uma baliza e não consegue acertar, por exemplo, o pessoal atrás começa a buzinar e a gritar e isso causa muita dor. Ela fica angustiada, ansiosa, com medo de ser reprovada por quem está ao seu redor”, exemplifica o diretor.

Como superar o medo de dirigir?

Para vencer o medo e voltar ao volante, o primeiro passo é o diagnóstico. Tal receio pode ser causado por três principais fatores:

  • Trauma ocorrido;
  • Transtornos psicológicos;
  • Transtornos psiquiátricos.

“Qual é o agente causal, o motivo? É pós-traumático? É o marido que atrapalha a direção veicular dela, fazendo-a ficar temerosa? É o fato de, sozinha, ela ficar constrangida diante de um xingamento ou da dificuldade de estacionar? Identificada essa causa, nós vamos trabalhá-la”, afirma Alves Júnior.

Após descobrir o motivo, há a necessidade de seguir com acompanhamento psicólogico ou até mesmo de evitar as situações que gerem esse estresse – como no caso dos conflitos entre motoristas e passageiros. O diretor de comunicação da Abramet destaca que muitas autoescolas possuem profissionais especializados em casos de pânico ao volante, que podem orientar o paciente a trabalhar tal medo. “O instrutor será um psicólogo(a), que acompanhará esse individuo para que saia desse quadro inibitório”, explica.

Como cada pessoa é diferente, não há como prever o tempo necessário para voltar a dirigir, mas a ajuda é necessária para enfrentar e vencer o medo.

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LuzeAzevedo administrator

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