Carro dividido sem stress

Carro dividido sem stress

Carro dividido sem stress

Maridos e mulheres; pais e filhos; irmãos e irmãs. Não faltam exemplos de pessoas que, além da convivência diária, dividem também o carro. E, claro, por mais ligadas que sejam, elas não vão sempre para os mesmos lugares. E aí vem a dúvida – que pode virar briga ou discussão: quem usará o carro hoje?

A psicóloga Marina Manso Vasconcellos, que atende jovens, casais e famílias em seu consultório particular, afirma que a chave do sucesso nesse caso é uma só: o diálogo. “Tudo deve ser conversado, sem brigas, numa boa. Temos que saber que o limite de uma pessoa termina onde começa o direito da outra”.

Alternativas

Marina lembra que, em alguns casos, a solução é mais simples que parece. No caso, por exemplo, em que uma pessoa do casal trabalhe em um lugar fixo e a outra tenha rotina mais flexível ou variável, a preferência deve ser do segundo.

“A pessoa que trabalha em apenas um lugar pode procurar usar o transporte público, carona ou transporte oferecido pela empresa. Caso ela use o carro, ele vai ficar o dia inteiro parado em uma garagem ou estacionamento, enquanto a outra pessoa poderia estar usando”, exemplifica Marina.

Rodízio familiar

Outra possibilidade apontada pela psicóloga é o estabelecimento de uma espécie de “escala”: durante a semana, cada pessoa usa o carro por dois ou três dias, otimizando a divisão. Cada um programa suas atividades – como idas à academia, por exemplo – de acordo com a disponibilidade do automóvel.

A decoração do carro também pode dar origem a conflitos entre as pessoas envolvidas. Por isso, mais uma vez, a recomendação é usar o diálogo e o bom senso. “Mulheres normalmente gostam mais de enfeitar os carros, colocando ‘badulaques’. É bom evitar os excessos para não constranger os outros motoristas. Os envolvidos têm que chegar a um acordo”, conclui a psicóloga.

 

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LuzeAzevedo administrator

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