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O futuro da indústria de automóvel

O futuro da indústria de automóvel

A empresa de consultoria McKinsey acaba de publicar o estudo “A road map to the future for the auto industry”, avaliando as tendências da indústria de veículos no mundo.

Devido à importância desse segmento na área de seguros, é sempre oportuna uma análise dessas conclusões.
Abaixo, as cinco principais tendências:

1) O fator China. Em 1994, a China representava 1% das vendas de veículos. Hoje, 20 anos depois, o número é 25%, sendo agora o seu maior mercado.

2) Aumento da regulação. Cada vez mais, a regulação vai crescer – em termos de segurança e de sustentabilidade. Esse é um grande desafio para essa indústria.

3) Conectividade digital do automóvel. O veículo como um instrumento de comunicação. Nesse ano, a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) – órgão que controla a segurança do tráfico viário nos EUA – afirmou que tornará obrigatória a comunicação digital entre os veículos.

4) Veículos compartilhados. O automóvel para uso comum, sem a necessidade da propriedade. Nas novas gerações, essa é uma tendência mais forte.

5) Carros autônomos. Com todos os seus desafios, o carro sem motorista e controlado de forma eletrônica está se delineando no futuro.

Uma figura interessante abaixo, que mostra um exemplo do aumento da segurança nos veículos.

Na direção horizontal, os diversos avanços tecnológicos, desde a década de 70. Na direção vertical, os tipos de acidentes que foram evitados a partir da instalação desses mecanismos.

 

 

 

Francisco Galiza.

Fonte: Segs.

Ativos da indústria de seguros podem ajudar os países do G-20 a crescer, afirma GFIA

Ativos da indústria de seguros podem ajudar os países do G-20 a crescer, afirma GFIA

“O crescimento sustentável de longo prazo precisa de investimentos de longo prazo. A indústria de seguros, que têm $ 28,6 trilhões de ativos sob sua gestão em 2012 e investimentos anuais de $ 4,6 trilhões, está bem posicionada para desempenhar um papel destacado. No entanto, para fazer isso, não devemos ser limitados por regulações desnecessárias ou outras condições regulatórias”, afirmou o presidente da Federação Mundial de Associações de Seguros (GFIA, na sigla em inglês), Frank Swedlove, ao comentar sobre o teor da carta enviada pela entidade para a presidência do G-20.

Como uma importante fonte de investimento de longo-prazo, as seguradoras, afirma o documento, podem oferecer apoio significativo para o G-20 no seu objetivo de crescimento coletivo de 2% ao longo dos próximos cinco anos. Mas, para que isso aconteça, alerta, as lideranças políticas devem garantir a vigência de corretas estruturas e corretas regulações.

A necessidade de uma regulamentação adequada e equilibrada, especialmente tendo em conta o aumento significativo do escrutínio regulatório global que as seguradoras passaram a enfrentar é um dos principais pontos da carta e a necessidade de quebrar as barreiras dos mercados é outro. A GFIA afirma estar particularmente desapontada em relação a essa última questão, já que certas jurisdições, incluindo um pequeno número de membros do G-20, introduziram novas medidas restritivas em seus mercados.

Limitações na conduta de resseguro transfronteiriço, restrições aos fluxos de dados transfronteiriços e estorno de contas de pensões privadas são pontos considerados particularmente problemáticos para a Federação Mundial de Associações de Seguros.

“A GFIA pede que o G-20 continue empenhado em abrir mercados e certamente deve se opor a quaisquer medidas que restrinjam novos negócios”, acrescentou o presidente da Federação, que no início do ano já havia se reunido com representantes do G-20, incluindo o Secretário de Estado para o Tesouro, o Governador do Banco da Reserva, o Tesouro australiano, e o Departamento dos Negócios Estrangeiros e Comércio para discutir o importante papel que o setor de seguros pode desempenhar na presidência australiana do G-20, em 2014.

Fonte: Segs

Indústria de seguros gasta 10 vezes mais com reparação que prevenção de riscos climáticos

Indústria de seguros gasta 10 vezes mais com reparação que prevenção de riscos climáticos

Geneva Association divulga o resumo da Assembleia anual de 2014, realizada em Toronto, no Canada

A Geneva Association, entidade de referência em pesquisas sobre gerenciamento de riscos e interfaces do seguro em diversos seegmento, acaba de divulgar o resumo da Assembleia anual de 2014, realizada em Toronto, no Canada. O evento, o mais importante da instituição, contou com os principais CEOs de empresas da indústria mundial de seguros, além de técnicos de diversos governos, que tiveram a oportunidade de conhecer aprofundadamente os resultados das pesquisas e abrirem novas linhas de análises e discussões. Uma eficiente regulação do capital, gerenciamento de risco de catástrofes e investimentos de longo prazo em infraestrutura foram alguns dos temas debatidos.

O painél sobre eventos extremos e os riscos climáticos foi comandado pelo presidente da AXIS Capital Holdings, Michael Butt, e contou com a participação do ex-vice-presidente americano Al Gore. No documento divulgado sobre a Assembleia, no capítulo referente ao tema, a Geneva Association informa acreditar que a indústria do seguro pode e deve ser a catalisadora das ações de combate aos riscos climáticos, defendendo e disseminando informações sobre o assunto, tanto internamente, como para outras indústrias.

O documento também alerta que, em relação aos riscos climáticos, o foco deve ser na prevenção, e não na reparação, afirmando que apenas 1 dólar é gasto em prevenção de riscos para cada 10 dólares em reparações e coberturas, quando deveria ser o oposto.

Citando o nosso País, o relatório afirma ser interessante notar que, de acordo com recente estudo da Munich Re e da Universidade de Würzbung, os melhores resultados de minimização de perdas por meio de coberturas adicionais de seguros têm sido obtidos em países com média penetração do seguro, como China, Tailândia e Brasil. Fonte: Segs.

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