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Extintor de incêndio é obrigatório no veículo

Extintor de incêndio é obrigatório no veículo

Bradesco Seguros

A partir desta edição do Dicas Auto estreamos uma série no intuito de ajudar os motoristas a ficarem em dia com a segurança do veículo. Daqui em diante, vamos trazer informações importantes a respeito de cada um dos 23 itens obrigatórios nos carros, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), começando pelo extintor de incêndio. Segundo informações da assessoria de imprensa do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), não basta apenas ter o equipamento no veículo, é preciso que ele esteja em boas condições de uso.

De acordo com a resolução 157 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) – que fixa especificações para os extintores de incêndio -, o uso do item é obrigatório nos veículos automotores, elétricos, reboques e semirreboques – conforme o artigo 105 do CTB. Além disso, deve apresentar marca de conformidade do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

O equipamento de segurança deve ser mantido na parte dianteira do veículo (seja do lado do motorista ou do passageiro), estar dentro do prazo de validade (que é de no máximo cinco anos) e atender as exigências do fabricante presentes no painel hidrostático (lacre).

Caso o motorista seja abordado em uma blitz sem esse item ou se as especificações não forem cumpridas, a multa é de R$ 127,69. Além disso, o condutor perde cinco pontos na carteira de habilitação.

Como usar

Em situações de risco, as orientações quanto ao uso do extintor de incêndio são as seguintes:

• Estacionar o carro em um local seguro e retirar os passageiros;

• Romper o lacre e manusear o extintor mantendo-o na posição vertical;

• Direcionar o produto para o foco do incêndio, tentando eliminá-lo;

• Verificar periodicamente as condições do seu extintor, como validade e áreas amassadas e descascadas.

Bradesco Seguros

A vida é um grande espetáculo e para protagoniza-lo com dignidade precisamos nos sentir protegidos. E esta proteção começa individualmente, passando pela nossa própria vida, nossa saúde, nosso futuro, nossa família e nosso patrimônio para que possamos viver intensamente cada ciclo da vida. Por isso, a proteção passa a ser a grande necessidade das pessoas neste século, marcado por acontecimentos imprevisíveis.  E proteger as pessoas e seus patrimônios é justamente a missão da maior seguradora do Brasil: a Bradesco Seguros.

Fundada há 78 anos, e atenta a diversas necessidades, atua nos ramos de Automóveis, Ramos Elementares, Seguro Saúde, Capitalização, Seguros de Vida e Previdência Complementar.

Ao longo de sua história a Bradesco Seguros, vem trilhando uma trajetória marcada por um sólido crescimento e pleno sucesso. Com uma ampla estrutura de proteção em todo o território nacional, oferece a seus quase 42 milhões de clientes uma moderna estrutura de atendimento por meio de suas Centrais de Atendimento Telefônico, Internet, 374 dependências próprias e 42 mil corretores ativos, além de contar com a rede de mais de 4,6 mil agências do Banco Bradesco.

A Bradesco Seguros também foi pioneira em seu segmento na implantação de uma Ouvidoria de Clientes. Um canal de comunicação, com o objetivo de solucionar eventuais problemas de atendimento. Uma estrutura que funciona dentro dos mais rigorosos padrões de qualidade.

Diferenciais que consolidam cada vez mais a marca do Grupo Bradesco de Seguros no mercado brasileiro.

Uma marca construída a partir do resultado de suas quatro seguradoras.

Incêndio de grandes proporções atinge depósito de carros no Rio

Incêndio de grandes proporções atinge depósito de carros no Rio

Várias explosões foram ouvidas no imóvel, que fica na Penha, Zona Norte.

Depósito tinha mais de mil veículos, segundo familiares.

Um incêndio de grandes proporções atingiu um depósito particular de automóveis na Rua do Feijão, na Penha, Zona Norte do Rio, desde o início da tarde até o começo da noite deste sábado (9). Treze carros e cerca de 80 bombeiros, de cinco quartéis, foram chamados para o combate às chamas, que durou quase quatro horas. Muitas explosões foram ouvidas.

Dois homens foram atendidos pelos bombeiros. Um deles foi encaminhado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas e o outro, liberado. Os dois não se feriram, mas se sentiram mal devido à fumaça e ao calor. Até as 19h, não havia detalhes sobre o estado de saúde do homem hospitalizado.

No mesmo horário, as causas do incêndio ainda eram desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Mil carros
Segundo familiares do dono do depósito, o leiloeiro Rogério Menezes, cerca de mil carros estavam estacionados no local, que tem 11 mil metros quadrados. Centenas deles foram destruídos e os prejuízos devem ser contabilizados neste domingo (9).

“Eu não sei o que aconteceu. Não acredito em prática criminosa. Por volta das 16h, fomos informados de que um carro teria pegado fogo espontaneamente. Disseram que poderia ter surgido de uma empilhadeira”, disse o filho de Rogério, Edgar Menezes, de 23 anos, muito abalado.

Fumaça negra
A fumaça de coloração escura produzida pelo incêndio pôde ser vista de várias partes da cidade, incluindo o Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, que fica próximo. Pousos e decolagens, no entanto, não foram afetados, segundo a assessoria de imprensa do aeroporto.

No depósito, que fica no Mercado São Sebastião, funciona um depósito particular de carros, que iriam a leilão. O fato de haver muitos veículos, compostos por materiais inflamáveis como plástico, tecido, borracha e combustível presentes nos tanques, facilitou a propagação do fogo, segundo Gustavo Cunha Mello, especialista em gerenciamento de risco

“Por radiação vai transferindo o calor e causando o incêndio nos carros ao lado. O que causou [o fogo] não dá para saber. Tem que aguardar a investigação e o trabalho do Corpo de Bombeiros”, explicou o especialista, em entrevista à GloboNews.

Segundo Gustavo Mello, um dos principais riscos para a população no entorno do incêndio é a inalação da fumaça, que carrega uma série de produtos químicos.

“Não pode ser inalada. Se alguém estiver nas proximidades, tem que fechar a janela e, se possível, até se afastar do local (…) As pessoas morrem muito mais pela fumaça do que pelo fogo”, explicou.

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